Este talvez tenha sido um dos maiores desafios que já nos apresentaram.
Recebemos o Rafael e a Mélanie no nosso atelier que diziam querer um convite onde a época medieval fosse bem evidente, lembrando os materiais, símbolos e técnicas utilizados na altura, juntando ao requinte e bom gosto.
O peso da responsabilidade foi equiparado ao peso do entusiasmo que senti. Sabia que não iria ser fácil mas por outro lado sabia que a nossa equipa já desbravou caminhos bem difíceis e iria estar com certeza à altura.
Os esboços começaram a par das ideias que os noivos iam dando também. Só faltava dar corpo ao convite.
Os esboços começaram a par das ideias que os noivos iam dando também. Só faltava dar corpo ao convite.
E o resultado encheu-nos de orgulho: um convite feito de um papel desgastado, velho, com uma moldura lembrando um brasão, guardado por um envelope também ele desgastado, fechado com um lacre de cerca com a flor de liz, um dos símbolos mais utilizados dos brasões; a linguagem ajustada à época e por fim o monograma, esse cheio de símbolos propostos pelos noivos, com os signos deles, a cruz dos templários e o escudo.
Placa de entrada da noiva
Marcadores de mesa desenhados à mão com cada um dos castelos que os novios já visitaram
Cada marcador de mesa tem uma breve descrição do castelo e faz referência também ao ano em que os noivos visitaram o mesmo, sempre com a linguagem adaptada à época.
Comentários